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30/11/2010

Clermont-Ferrand em seu último dia de novembro e primeiro dia de nevasca!

Imagens do cotidiano da cidade onde moro, no maciço central da França em 30/11/2010.

Clermont-Ferrand sous la neige
envoyé par Weblamontagne. - L'info video en direct.

Uma reportagem da TV Francesa. Abrangente, curta e objetiva : Rio 2016, sonho esportivo X descaso e ecologia

O que mais impressiona é o descaso das autoridades com a proteção de seu povo e de seu patrimônio natural. A seriedade dentro dos órgão administrativos precisa ser constante, e não apenas como forma curativa, quando se aproxima um evento internacional que envolve muito dinheiro. É inadmissível por exemplo ver a Lagoa Rodrigo de Freitas, tratada com descaso. Salvando as proporções, seria a mesma coisa se o Rio Sena que corta Paris, fosse poluído como o Tietê, que corta São Paulo. Uma vergonha imaginar uma lagoa encravada no meio da zona sul de uma cidade excepcional, onde reúnem-se uma Bahia, Ilhas, Praias, Montanhas, Lagoa, Floresta, Mangue e Restinga juntas dentro da mesma cidade! Se alguém conheçe ao menos um lugar no mundo, que se assemelhe à isso que Deus nos deu e que o homem distrói à cada dia, por favor me digam aqui!
Reportagens assim não são exibidas por aí...
VALE À PENA ASSISTIR, ÁUDIO EM PORTUGUÊS E NARRAÇÃO EM FRANCÊS:

Cidade maravilhosa, que Deus te cubra de felicidade! Ninho de sonho e de luz...


Berço do samba e das lindas canções, que vivem n'alma da gente,
És o altar dos nossos corações, que cantam alegremente...

Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil,
Cidade maravilhosa, coração do meu Brasil!
Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil,
Cidade maravilhosa, coração do meu Brasil!

Jardim florido de amor e saudade, terra que a todos seduz
Que Deus te cubra de felicidade, ninho de sonho e de luz...
(Letra: André Filho)

Fotografia: Calada, ela grita aos 4 cantos do mundo.

2 Holandeses viajam em bicicleta feita com Bambú e Maconha, para alertar sobre o problema da água no mundo!


Eles são holandeses, se conheceram em Israel e agora estão no México, em uma uma viagem de 30 mil quilômetros que começou no Alasca e vai terminar em Ushuaia, na Argentina. É muito cosmopolitismo, e tudo para chamar a atenção para o problema da preservação da água no mundo. Joost Notenboom, de 28 anos, e Michiel Roodenburg, de 25, viajam numa bicicleta feita de bambu e fibra de maconha e levam consigo uma garrafa de água que trouxeram do Polo Norte. O objetivo é levar a garrafa até o Polo Sul, num trajeto de 18 meses pela costa oeste da América.

O projeto [que pode ser acompanhado pelo siteCycle for Water, em inglês] busca investigar a relação das diferentes populações em diferentes ecossistemas com a água. No meio do caminho, eles conhecem pessoas e apoiam projetos locais que envolvam recursos hídricos. E se divertem, claro. Leia abaixo a entrevista que o G1 fez com a dupla, por telefone:


G1 - Como e por que vocês decidiram fazer essa enorme viagem?
Michiel - É uma longa história, mas tudo começou quando Joost e eu decidimos estudar fora, para fazer um mestrado. Escolhemos ir para Israel, ficar seis meses. Nos conhecemos lá. Joost estava escrevendo sua tese sobre a questão da água no conflito entre Israel e palestinos. Foi aí que o tema água apareceu.
Aí fizemos uma viagem pelo Oriente Médio, fomos para Síria, Líbano, Turquia e Irã. E no Irã, no meio do nada, num deserto, conhecemos um francês que estava só com sua bicicleta. Eu e Joost pensamos: 'esse cara é louco, está pedalando pelo deserto, sozinho'. Mas depois passamos uns dias com ele e ouvimos histórias sobre as pessoas que ele conheceu, suas aventuras, e tudo era tão inspirador. Ele começou a viagem na Tailândia, passou por China, Mongólia, Sibéria, Irã. Ele estava pedalando havia um ano mais ou menos. A história nos inspirou tanto que decidimos fazer algo parecido com o tema da água, que é uma paixão de Joost. Aí pesquisamos para que lugar ir e escolhemos do Alasca até a Argentina, porque é o maior caminho do norte ao sul e também é muito interessante passar por lugares ricos do Ocidente como Canadá e EUA e depois por lugares mais pobres, como a América Latina. É um contraste quando se fala do tema da água.
G1 - Isso será publicado depois?
Michiel - O que estamos fazendo agora é manter o site, tirar fotos e filmar. Esperamos ter um documentário quando tudo terminar. Nunca se sabe o que vai acontecer, talvez um livro ou alguma outra publicação. Ainda temos 14 meses de pedaladas pela frente, ainda há muitas histórias a serem reveladas. Tivemos oportunidade de falar com muita gente no caminho, [...] falamos para sete universidades nos EUA, sobre a questão da água.
G1 - E vocês viajam nessas bicicletas de bambu, mesmo?
Michiel - Sim, sim! Estamos viajando nessas bicicletas de bambu, em que as estruturas são feitas de produtos naturais. E isso vai além porque tentamos apoiar a sustentabilidade, o ciclismo. Essa é a primeira tentativa desta vaigem em bicicletas de bambu. O material é flexível, absorve os impactos da estrada, é é muito leve, se comparada à bicicleta de metal, além de ser linda. Na verdade ela é feita de bambu e maconha.
G1 - Tá, mas o material aguenta ou quebra a cada quilômetro?
Michiel - Não, as bicicletas são superfortes. Não tivemos nenhum problema com o bambu, só um pequeno acidente, mas foi com um pedaço de titânio que quebrou, mas o bambu continuou perfeito, foi engraçado.
G1 - Vocês estão pagando pela viagem ou tiveram ajuda de alguma empresa?
Joost - Temos alguma ajuda. Decidimos fazer a viagem em novembro passado, e a coisa boa foi que minha tese sobre assuntos de água entre Israel e palestinos ganhou dois prêmios. Um deles foi de uma grande empresa chamada KPG, e eles nos apoiaram nessa viagem. Michiel -  Depois que a KPG se envolveu ficou mais fácil ter acesso a outras pessoas e patrocinadores. Nossa universidade na Holanda nos ajudou, temos patrocinadores para os equipamentos, para o site, coisas assim.
G1 - Qual foi a melhor parte da viagem até agora?
Michiel - A melhor parte foi definitivamente conhecer pessoas no caminho, outros ciclistas que estão fazendo viagens similares, aventureiros que fazem coisas malucas, mas principalmente pessoas que vivem pelo caminho em que você pedala. As pessoas têm sido tão amáveis, elas nos levam para suas casas,  nos dão comida, nos dão abrigo, nos deixam passar a noite. Isso é muito interessante. Ter contato com todas essas pessoas, que têm histórias para contar. Para mim, a parte mais incrível foi essa, dividir histórias.
G1 - E a pior?
Joost - Acho que o pior foi o começo. Partimos de um lugar chamado Dead Horse, no norte do Alasca, perto do Oceano Artico. Não tivemos nenhum treinamento para a viagem. Sabíamos bastante de ciclismo, mas nunca tínhamos feito nenhum percurso muito longo, o mais longo era tipo 50 quilômetros. Isso foi duro, começar no meio do nada, esse lugar era cerca de 750 quilômetros da próxima cidade. Tivemos como duas semanas de pedaladas, foi bem horrível, milhares de mosquitos, e você era a única coisa viva em toda aquela área. [...] Foi um começo ruim, mas depois disso as coisas foram ótimas.
Michiel - Se você olhar para a viagem toda, são como 30 mil quilômetros, e parece tanto, é um ano e meio pedalando, parece impossível... Mas se você olhar dia a dia, você pedala 75 quilômetros por dia, você quebra a grande viagem em pequenas viagens, pequenos pedaços que ficam administráveis.
G1 - Vocês estão pedalando há cinco meses, certo?
Joost - Sim, começamos em 4 de julho, no Alasca. Quase cinco meses.
G1 - Vocês têm um plano de quando terminar?
Joost - Nossa meta é chegar em Ushuaia, no final da Argentina, na Terra do Fogo, antes do Natal do ano que vem. A viagem toda vai ser de 18 meses.
G1 - Qual é, na opinião de vocês, o papel do Brasil na questão da água?
Joost - Acho que no Brasil, como em muitos temas sobre ecossistemas, a bacia Amazônica é muito importante. O desmatamento irá influenciar no nível de água, não tenho certeza quanto à poluição, porque nunca estive no Brasil. Mas proteger a bacia é muito importante, é uma das maiores do mundo.
G1 - E que recado vocês dariam aos brasileiros sobre água?
Joost - Acho que a mensagem é a mesma que falamos a todos que encontramos até agora. Água é seu recurso muito precioso que não pode ser menosprezado. Enquanto existir você pode não achar que é uma questão, mas há quase um bilhão de pessoas no mundo que não tem acesso a isso. Então para os brasileiros diria o mesmo que para os argentinos e equatorianos, vocês têm seus reservatórios e precisam ser cuidados com o uso, especialmente nas áreas secas.
G1 - Como está a garrafa de água? Está segura?
Joost -  Está salva. Enrolamos em uns cobertores e coloquei em minha bagagem, que carregamos na bike.
G1 - Onde vocês dormem?
Joost - Em lugares como o Alasca, nós acampávamos no meio dos arbustos, temos barracas e sacos de dormir. Na Califórnia (EUA), dormimos na praia algumas vezes. Na Baixa Califórnia (México), no deserto, nós só nos afastávamos da estrada e acampávamos. Hoje, estamos com sorte, é um dia de descanso e conseguimos uma cama de verdade em um hotel barato. É um luxo. Michiel - A maioria das vezes, nós acampamos, mas houve muitos casos em que encontramos pessoas que nos ofereciam um lugar para ficar, ou nos abrigava no quintal de casa. É incrível, as pessoas abrem suas casas para completos estranhos. Não imaginávamos que as pessoas seriam tão hospitaleiras com dois estranhos.

O Frio e a solidariedade na França

O Frio na França

29/11/2010

Seu Jorge melhor e mais internacional do que nunca. Show ao vivo, on-line aqui neste título! Mas somente para acessos até 15 de Janeiro 2011.

Quem nasceu nos anos 60, durante sua adolescência, curtiu com certeza grupos com Led Zepellin e Pink Floyd, mas também irá se lembrar de um grupo de rock eletrônico-progressivo alemão chamado Kraftwerck. Então irá se lembrar também da música "The Model", uma de suas mais famosas. Pois não é que o  seu Jorge está cantando esta música melhor do que ninguém, em seu novo trabalho! Ele está em uma nova fase musical Jazzística, com o grupo Almaz. Estreou sua tournée musical pela europa aqui em Nancy (FR.) no mês passado, se apresentando no festival "Nancy Jazz Pulsations" com um show excelente que pode ser assistido on-line em sua integralidade aqui pela internet. Isso mesmo! Mas somente até dia 15 de Janeiro. Depois ele sairá da rede. Para assistí-lo, basta possuir banda larga, gostar de música e clicar no título desta postagem que eu coloco em exclusividade aqui para você. Para se lembrar da música The Model, veja o vídeo abaixo até o final:

Lorsque ils entendent parler de réformes, tous les politiciens sont d'accord, mais personne fait rien. Ni nous mêmes.

Nous nous sommes habitués avec tout ça. Nous sommes un peuple trop ordonnée! On s'habitue à tout. Les biologistes disent que la répétition du stimulus inhibe la réponse. Si on continue de provoquer une réaction dans le corps ou à l'esprit, ça finit par ne provoquer plus quelque effet. Vous pouvez faire une analogie avec notre indignation disparu, que pour être tellement tripoté, ne se manifeste plus, et certains d'entre nous, rassemble avoir tourné dans le cynisme amère et à la résignation. C'est vrai! Les politiciens sont des voleurs, les administrateurs sont incompétents, les services publics sont abominables, l'éducation est une catastrophe, la santé est une catastrophe encore plus grand et l'insécurité est généralisée - c'est fini, rien à faire, le Brésil est comme ça et ça va.

Il est triste de voir la ville bien-aimée du Rio de Janeiro, fierté de nous tous, transfiguré à Bagdad au bord de la mer. Des voitures blindées menant les troupes d'assaut et des armes lourdes, des soldats avec des fusils à la main en rôdant dans les ruelles, comme nous avons vu que dans les films de guerre. Entre mitrailleuses, grenades, voitures et autobus brûlant, les journalistes portent ses gilets pare-balles et les gens restent terrifiés. C'est comme regarder la couverture de la guerre du Golfe en direct. Autrement dit, si une balle ne se brise pas dans votre télé. Dans ce cas, vous avez également reçu, comme de nombreux concitoyens, votre baptême du feu.
Les causes de cette situation sont connues et elles vont depuis les inégalités socio-économiques jusqu'à un approche demodé sur le problème des drogues illicites. C'est à dire, des problèmes qui pourraient ne exister plus ou encore être beaucoup atténués si nos dirigeants avaient toujours été formulés et appliqués seurieusement des politiques publiques intégrées et subordonnées à une planification rationnelle des objectifs clairement définis. Ou, au moins pour commencer des réformes que tout le monde sait que nous avons besoin. Lorsque nous entendrons parler sur des réformes, le gouvernant donne le feu vert officiel, souventement avec l'air grave. Tous eux sont d'accord, mais personne du gourvernement fait rien. Ni nous mêmes que déjà sommes habitués à cela et nous allons également nous habituer à voir aussi les chars d'assaut fair le plan dans la gare à carburant de notre coin. Nous sommes un peuple très ordonnée!
João Ubaldo Ribeiro

28/11/2010

Você sabe distinguir a diferença entre Eficiência e Eficácia de ação...

Cabines da Polícia Militar metralhadas, automóveis e ônibus incendiados, assaltos em série, arrastões, tiroteios, criminosos armados em ações ostensivas nas ruas da região metropolitana do Rio de Janeiro. Facções do comércio armado de drogas ilícitas, supostamente unidas, estariam ‘dando um recado’ às autoridades de Segurança Pública. É preciso que a cidadania, tão vulnerável, também dê o seu. Para dizer que, mais do que ‘crime organizado’, o que há no Rio de Janeiro é uma política de segurança insuficiente e desorganizada – a despeito da inegável seriedade, franqueza e honestidade do secretário Beltrame e de algumas autoridades da atual cúpula da Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro.

Destaco, como representante da população aflita do Rio:

1 – Todo apoio às recentes ações de fim do controle territorial de regiões pobres pelos bandidos. Mas sem políticas públicas plenas para as áreas e populações ditas ‘libertadas’ o potencial de degradação da vida continuará, ao invés da propalada ‘pacificação’;

2 – O ‘sacode’ do banditismo – sempre considerado ‘acuado’ pelas autoridades – só semeia pânico pelo fato de continuarem muito bem armados seus ‘ativistas’: sem desarmamento e corte das fontes desse abastecimento nada avançará. Não há registros de operações de apreensão de quantidades expressivas de armas e munições nas fronteiras do Brasil e do estado do Rio de Janeiro, na baía de Guanabara, em comboios do crime. O armamentismo das facções do varejo das drogas é alimentado pela cumplicidade ou omissão das polícias e também das Forças Armadas, no que lhes compete. Parte da força do tal ‘crime organizado’ vem das autoridades que deviam se empenhar em enfraquecê-lo; 

3 – Os locais ‘perigosos’ onde ainda se esconde a bandidagem sempre foram mantidos na precariedade, no desvínculo social e cultural, e no armamentismo já mencionado, pelas autoridades que os manipulam como grandes currais de votos – quanto mais desassistidos, mais capturados ficam pela política de clientela, coniventes com o domínio espúrio das milícias ou do tráfico;

4 – Os envolvidos na onda de atentados e assaltos não compõem o pólo de uma “guerra civil”: não têm articulação política, projeto de poder nem de sociedade. No mundo da barbárie em que cresceram, toscos, só aprenderam a reagir com essa truculência bárbara e espasmódica, que não “acumula forças” nem “conquista posições”;

5 – Onde está a ‘inteligência policial’ que não previu – e, portanto, não inibiu – que chefes do varejo armado de drogas, expulsos pelas UPPs, iriam, naturalmente, se transferir para outras áreas e dali organizar reações à perda de seu domínio?

6 – Como aceitar que esse comando das ações de intimidação pelo crime se origine, absurdamente, em Catanduvas (PR), no presídio de SEGURANÇA MÁXIMA, de onde os principais chefes do tráfico do Rio de Janeiro estariam dando ordens para os ataques intimidatórios? A corrupção abre generosos – e letais! – espaços de comunicação! Isso também precisa ser urgentemente estancado.


Chico Alencar, 25 de novembro de 2010.

27/11/2010

Rio 2016 - Sonho esportivo X Triste realidade ecológica. Clique neste título e veja a reportagem exibida na França e Alemanha.

Excelente reportagem da TV Franco-Alemã, que não é exibida no Brasil, sobre Ecologia, o Rio e as Olimpíadas de 2016.
Mas tudo depende da vontade e honestidade política, incluindo o combate à desigualdade, a boa educação e saúde gratuitos ao povo. O lixo pode ser colhido e tratado, os esgotos podem ser saneados, a Bahia de Guanabara pode ser despoluída, assim como a Lagoa Rodrigues de Freitas, efetivamente limpa etc... Tudo tem solução! A única coisa que insolúvel são os sentimentos de avareza, egoísmo e mau-caratismo de muitos políticos no poder.
Para conheçer este fantástico mamífero cetáceo da foto e sua primas, clique aqui.

Islamismo se propaga rapidamente entre os moradores das favelas no Brasil.


Através do "RAP", o Islamismo se propaga rapidamente no Brasil (que é o maior país católico no mundo).
O problema é que o sofrimento, a falta de cultura e de informação, provocam terreno fértil para os extremismos dando chances ao surgimento de fanáticos como os Evangélicos, que ficam cada vez mais ricos e poderosos às custas do povo. Como a violência e o tráfico de drogas na favela é imenso, o maior perigo é o surgimento de extremismos como células de propagam o medo e o terror pelo mundo.
Mais um fator triste e uma marca negativa para nossos governantes, e uma prova que tem que se correr contra o relógio nas grandes cidades do Brasil.
Esse tipo de reportagem só existe em francês e é exibida na Europa e França, onde atualmente os Muçulmanos e Islamistas são extremamente estigmatizados devido ao terrorismo que é a maior preocupação da sociedade Francesa e Europa Ocidental.

26/11/2010

Rio: 800 Soldados do Exécito, 2 Helicópteros, 10 Blindados e também a Marinha Brasileira se juntam ao BOPE carioca.

Ministério da Defesa liberou. Hoje no Rio de Janeiro: 800 militares do Exécito Brasileiro, se juntam hoje às tropas do BOPE. Além de 10 Blindados M113, 2 Helicópteros, e óculos para visão noturna. A Marinha Brasileira também foi decisiva para a ocupação da Vila Cruzeiro. Seria muito bom que toda essas atitudes e preocupação do governo, fossem constantes na cidade do Rio de Janeiro, e não apenas fruto das providências pela aproximação dos Jogos Olímpicos Mundiais de 2014!


23/11/2010

Todas as músicas, história e discografias completas de 6 grandes grupos. Explore e ouça agora.

Clique aqui, escolha e ouça a música que desejar de: The BEATLES, ELVIS, ROLLING STONES, U2, QUEEN e M. JACKSON
Um site excelente. É só escolher a musica e Clicar para ouvi-la em versão Original!
Bom proveito.

O filme mais antigo do mundo. Feito em 1906 !

Cenas filmadas a partir de um "cable car" na Market Street, em San Francisco, California. É surpreendente a quantidade de automóveis que já existiam àquela época.
Apenas 4 dias depois, boa parte, senão a totalidade dessas pessoas estavam mortas e a cidade em ruínas devido ao maior terremoto da história dos Estados Unidos.

FOTOS RIC DEÔ. AUVERGNE, VERÃO 2010. MACIÇO CENTRAL DA FRANÇA.

SELEÇÃO DE FOTOS - Flickr