_ Como lançar um filme que toque profundo na população do planeta, sem que ele seja um filme pesado?
_ Como abordar idéias otimistas tendo para exibir, somente imagens inquietadoras e pessimistas?
_ Como mostrar que a descoberta do petróleo como energia fóssil, mudou o rumo do planeta?
_ Como informar às classes inferiores sem tocar diretamente as economias superiores?
A National Geographic tem o compromisso de conseguir esse desafio. Não podemos gastar o tanto de água que a terra possui, nem cortar o tanto de árvores que são cortadas ao mesmo tempo que despejamos na atmosfera as toneladas de CO2 de produzimos diariamente. As conseqüências são incontornáveis, e infelizmente já atingimos um ponto onde não há mais volta. Inevitavelmente irá acontecer uma mudança drástica no mundo. A única coisa que nos resta é mudarmos agora para oferecer menos obstáculos à natureza, a fim de dar à ela mais tempo e condições para se adaptar e não levar o planeta à morte. A Terra precisa se re-adaptar à nova atmosfera que impusemos à ela. Este processo é lento que engloba de várias gerações. Nos cabe então começar agora para conseguirmos minimizar o sofrimento de nossas próxima gerações com privações de muitas coisas que hoje nós desfrutamos, as quais nos parecem tão banais...
O Glacier Columbia é um dos mais famosos e uma visita imperdível se você atravessa as montanhas rochosas do oeste do Canadá. Ele é o campo de gelo o mais visitado da América do Norte e a maior massa glacial fora das regiões polares. Infelizmente, este patrimônio da humanidade tombado pela Unesco, está desaparecendo rapidamente como exibido no vídeo da postagem anterior. Portanto, para quem aprecia a ciência e a natureza gelada, uma excursão para lá torna-se indispensável. Para ver a sua localização e consultar opções de viagens, clique: Link 1eLink 2. Para traduzir a matéria, copie e cole o texto Aqui
Pour y parvenir, il faut emprunter la Promenade des Glaciers qui, à partir du Lac Louise, s’étend sur 230 kilomètres en haute altitude. Remplissez le réservoir de votre voiture car vous n’allez pas rencontrer de stations d’essence très souvent! Le champ de glace Columbia est à la frontière des Parcs nationaux de Banff et de Jasper. Rappelons que ces sites sont répertoriés dans la liste du patrimoine mondial de l’Unesco.
Gisant sur un large plateau élevé, il forme le plus grand champ de glace des Rocheuses canadiennes. Près des trois quarts des plus hauts sommets du parc se trouvent près de ce champ de glace. Il s’étend sur 325 kilomètres carrés. La plupart des précipitations y tombent sous forme de neige et peuvent atteindre sept mètres par année! C'est une énorme accumulation de glace et de neige qui alimente huit importants glaciers au nombre desquels on compte l'Athabasca, le Dome, et le Stutfield visibles à partir de la promenade des glaciers. Le champ de glace Columbia est un véritable «sommet hydrologique» pour ses fontes de neige/glace et rivières qui se déversent dans trois océans: l'Arctique, l’Atlantique et le Pacifique.
La visite commence au Centre d'information pour les visiteurs. Là, nous empruntons une première navette. En route pour le glacier Athabasca, une langue de glace de six kilomètres de long et d’un kilomètre de large! Les températures et conditions climatiques permettent au personnel de travailler uniquement du 1er mai à la fin septembre. La ville la plus proche, Jasper, se trouve à 108 kilomètres!
Situé à environ 2200 mètres d’altitude, la croissance des arbres, de la toundra et les lichens aux couleurs vives est ralentie. Ils sont exposés aux vents et les plantes ressemblent plus à des touffes car l'humidité est peu présente. Quelques arbres attirent notre attention car notre accompagnateur nous précise leur âge: plus de 200 ans!
Nouvel arrêt. Les choses sérieuses commencent! Nous montons dans un véhicule pesant 22 tonnes ! C’est le Brewster Ice Explorer qui nous emmène directement sur le glacier à 5 kilomètres. Notre conductrice – eh oui, c'est une femme qui conduit cet énorme engin – est particulièrement de bonne humeur. Son style et ses expressions de cowboy enchantent le joyeux groupe que nous sommes et elle nous donne une foule d'informations sur les caractéristiques de l'engin en question et sur le glacier! Quelques modèles existent au monde; ils sont fabriqués au Canada, et l’un d'entre eux se trouve au Pôle pour des recherches sur le réchauffement de la planète.
Quant au glacier, celui-ci est toujours en mouvement. Débordant sur trois marches géantes de substrat rocheux à partir du champ de glace Columbia, il coule dans la vallée comme une lente rivière gelée. On retrouve d’ailleurs un peu plus bas dans la vallée, la rivière Athabasca. Le glacier Athabasca fond depuis 125 ans. Il a déjà perdu la moitié de son volume et a connu un retrait de plus de 1,5 km.
Quoi qu’il en soit, marcher sur le glacier est une expérience inoubliable pour beaucoup d'entre nous. Nous respectons bien entendu les balises qui nous indiquent la zone autorisée. En effet, les crevasses visibles peuvent se révéler impressionnantes et très dangereuses. Nous revenons de cette excursion enrichis par l'expérience. Passer une journée en haute altitude, n'est-ce pas se rapprocher du ciel!
Este projeto de dois cientistas, constata imagens do acelerado desaparecimento do Glacier Columbia, no Parc National Jasper, oeste do Canadá. Eles instalaram um aparelho fotográfico automático, alimentado à energia solar e o deixam registrando imagens durante um ano inteiro. As imagens são reveladoras e impressionantes e aguçam ainda mais o problema do aquecimento global do planeta.
O Glacier Columbia já recuou 16Km em 30anos e ultimamente o rítmo do derretimento acelerou. Todos os glaciers do planeta estão derretendo, porém o Columbia está desapareçendo muito mais rápido do que todos os outros. Eles estudam o motivo, através de aparelhos de sismologia. O causa principal é o aquecimento da atmosfera, mas o vilão deste derretimento acelerado é a água. Ela escoa e penetra pelas fendas, alargando-as e aumentando a superfície de contato com o ar.
O gelo que vem do fundo do glacier é cor de safira e azul turquesa, pois possui milhares de anos e não foi misturado com o ar da atmosfera. O gelo branco que conhecemos é o gelo de superfície que se mistura com as bolhas de ar.
Este trecho de vídeo, faz parte de um documentário importante exibido aqui na França faz muito pouco tempo. Atualmente, percebe-se que a seriedade e consciência da sociedade Européia e Canadense em relação às atitudes para redução das emissões de CO2, são maiores do que em qualquer outra região do planeta.
Existirá sã consciência que não enxergue a importância em se preservar isso já !? Que sejam medidas sérias e urgentes começando pelo nosso bairro, nossa prefeitura, nosso estado, nosso país, do contrário não teremos herança, mas somente lembranças para deixar aos nossos netos...Tem que se cobrar mais e mais do poder público! Visualize toda a série de fotos no link acima. Para ver todos os vídeos, fotos e receber notícias através das postagens, vá ao Blog e clique ao lado direito em Siga este Blog: http://observadordeo.blogspot.com